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Apresentação - Revolução e Contra-Revolução ONLINE
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Para facilitar ao leitor a compreensão do tema tratado por este site, julgamos necessário fazer um artigo sintese sobre o processo revolucionário. O texto ao lado trata-se de uma compilação de vários escritos do professor Plinio Corrêa de Oliveira.

... tão belo livro, Revolução e Contra-Revolução. Nós, que estamos aqui enfrentando um dos três inimigos, o comunismo, podemos devidamente analisar o valor do livro e diga ao autor que eu lhe agradeço de coração por esse livro de tanta valia, ao qual, também de coração, dou minha bênção”.

Emcia. O Cardeal Thomas Tien, SVD,
Arcebispo de Pequim – China

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Espero que a Cristandade receba grande bem com essa obra ao receber suas magníficas orientações”.

S. Excia. Revma. D. Salvador Quesada,
Bispo de Aguascalientes – México

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Porque realmente o seu estudo, .... é, no meu humilda parecer, um riquíssimo índice analítico de uma monumental Enciclopédia de Teologia da História, que a sua inteligência lúcida e perspicaz, a sua vasta cultura, os seus dotes literários e a sua segurança doutrinária filosófica e teológica, poderiam realizar, com imenso proveito deste nosso pobre mundo desajustado, extraviado e, por isto mesmo, profundamente angustiado"

Revmo. Pe. Cesar Dainese, SJ
Superior da Residência dos Padres Jesuítas – Pinheiral – RJ

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... Revolução e Contra-Revolução na realidade mais uma prova do amor, do entusiasmo e da dedicação para com a Igreja”.

S. Excia Revma. D. Francisco Prada,
Bispo de Uruaçu -- GO

 

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500 ANOS DE REVOLUÇÃO

Perdido na sociedade moderna o sentir da Igreja

(...) em conseqüência do agnosticismo religioso dos Estados”, ficou “amortecido ou quase perdido na sociedade moderna o sentir da Igreja”. (Carta do Exmo. Revmo. Mons. Angelo Dell Acqua, Substituto da Secretaria de Estadodirigida, em 1956, a Sua Eminência o Cardeal D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, Arcebispo de S. Paulo)

Ora, que inimigo desferiu contra a Esposa de Cristo este golpe terrível?

Qual a causa comum a este e a tantos outros males concomitantes e afins?

Com que nome chamá-la?

Quais os meios por que ela age?

Qual o segredo de sua vitória?

Como combatê-la com êxito?

Como se vê, dificilmente um tema poderia ser de mais flagrante atualidade.

Este inimigo terrível tem um nome: ele se chama Revolução. Sua causa profunda é uma explosão de orgulho e sensualidade que inspirou, não diríamos um sistema, mas toda uma cadeia de sistemas ideológicos.

Da larga aceitação dada a estes no mundo inteiro, decorreram as três grandes revoluções da História do Ocidente: a Pseudo-Reforma, a Revolução Francesa e o Comunismo (cfr. Leão XIII, Encíclica “Parvenus à la Vingt-Cinquième Année”, de 19-III-1902 – “Bonne Presse”, Paris, vol. VI, p. 279). Clique aqui para ler esta encíclica.

Caráter metafísico da Revolução e a utopia marxista

O orgulho leva ao ódio a toda superioridade, e, pois, à afirmação de que a desigualdade é em si mesma, em todos os planos, inclusive e principalmente nos planos metafísico e religioso, um mal. É o aspecto igualitário da Revolução.

A sensualidade, de si, tende a derrubar todas as barreiras. Ela não aceita freios e leva à revolta contra toda autoridade e toda lei, seja divina ou humana, eclesiástica ou civil. É o aspecto liberal da Revolução.

Ambos os aspectos, que têm em última análise um caráter metafísico, parecem contraditórios em muitas ocasiões, mas se conciliam na utopia marxista de uma paraíso anárquico em que uma humanidade altamente evoluída e “emancipada” de qualquer religião vivesse em ordem profunda sem autoridade política, e em uma liberdade total da qual entretanto não decorresse qualquer desigualdade.

As três Revoluções

 

LuteroProtestantismo (Séc. XVI)

A Pseudo-Reforma foi uma primeira Revolução. Ela implantou o espírito de dúvida, o liberalismo religioso e o igualitarismo eclesiástico, em medida variável aliás nas várias seitas a que deu origem. (Figura ao lado: Martinho Lutero)

 

RobespierreRevolução Francesa (Séc. XVIII)

A Revolução Francesa, que foi o triunfo do igualitarismo em dois campos. No campo religioso, sob a forma do ateísmo, especiosamente rotulado de laicismo. E na esfera política, pela falsa máxima de que toda a desigualdade é uma injustiça, toda autoridade um perigo, e a liberdade o bem supremo. (Figura ao lado: Robespierre)

MarxComunismo (Séculos XIX e XX)

O Comunismo é a transposição das máximas da Revolução Francesa para o campo social e econômico.

 

 

Panorama histórico da marcha da Revolução

No protestantismo nasceram algumas seitas que, transpondo diretamente suas tendências religiosas para o campo político, prepararam o advento do espírito republicano. São Francisco de Sales, no século XVII, premuniu contra estas tendências republicanas o Duque de Sabóia[*]. Outras, indo mais longe, adotaram princípios que, se não se chamarem comunistas em todo o sentido hodierno do termo, são pelo menos pré-comunistas. [*]Cfr. Sainte-Beuve, “Études des lundis - XVIIème siècle - Saint François de Sales”, Librairie Garnier, Paris, 1928, p. 364.

Da Revolução Francesa nasceu o movimento comunista de Babeuf. E mais tarde, do espírito cada vez mais vivaz da Revolução, irromperam as escolas do comunismo utópico do século XIX e o comunismo dito científico de Marx.

E o que de mais lógico? O deísmo tem como fruto normal o ateísmo.

A sensualidade, revoltada contra os frágeis obstáculos do divórcio, tende por si mesma ao amor livre.

O orgulho, inimigo de toda superioridade, haveria de investir contra a última desigualdade, isto é, a de fortunas.

E assim, ébrio de sonhos de República Universal, de supressão de toda autoridade eclesiástica ou civil, de abolição de qualquer Igreja e, depois de uma ditadura operária de transição, também do próprio Estado, aí está o neobárbaro do século XX, produto mais recente e mais extremado do processo revolucionário.

Claro está que um processo de tanta profundidade, de tal envergadura e tão longa duração não pode desenvolver-se sem abranger todos os domínios da atividade do homem, como por exemplo a cultura, a arte, as leis, os costumes e as instituições.

Revolução Cultural

Maio de 1968

A partir da rebelião estudantil da Sorbonne, em maio de 1968 (Foto ao lado e embaixo), numerosos autores socialistas e marxistas em geral passaram a reconhecer a necessidade de uma forma de revolução prévia às transformações políticas e sócio-econômicas, que operasse na vida cotidiana, nos costumes, nas mentalidades, nos modos de ser, de sentir e de viver. É a chamada “revolução cultural”.




Maio de 1968Consideram eles que esta revolução, preponderantemente psicológica e tendencial, é uma etapa indispensável para se chegar à mudança de mentalidade que tornaria possível a implantação da utopia igualitária, pois, sem tal preparação, a transformação revolucionária e as conseqüentes “mudanças de estrutura” tornar-se-iam efêmeras.

O referido conceito de “revolução cultural” abarca, com impressionante analogia, o mesmo campo já designado por Revolução e Contra-Revolução, em 1959, como próprio da Revolução nas tendências (Cfr. parte I, cap. 5.).

 

Objetivo de nossos esforços

Nele procuramos - limitando-nos a um veio apenas deste vasto assunto - traçar de modo sumário os contornos da imensa avalancha que é a Revolução, dar-lhe o nome adequado, indicar muito sucintamente suas causas profundas, os agentes que a promovem, os elementos essenciais de sua doutrina, a importância respectiva dos vários terrenos em que ela age, o vigor de seu dinamismo, o “mecanismo” de sua expansão. Simetricamente, tratamos depois de pontos análogos referentes à Contra-Revolução, e estudamos algumas das suas condições de vitória.

Ainda assim, não pudemos explanar, de cada um destes temas, senão as partes que nos pareceram mais úteis, no momento, para esclarecer nossos leitores e facilitar-lhes a luta contra a Revolução. E tivemos de deixar de lado muitos pontos de uma importância realmente capital, mas de atualidade menos premente.

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